Conheça as 14 principais áreas de atuação da Engenharia Clínica

Sendo a engenharia clínica, o setor responsável por todo o ciclo de vida da tecnologia, e não apenas pela manutenção dos equipamentos médico-hospitalares, este setor deve participar do processo de aquisição, recebimento, testes de aceitação, treinamento, manutenção, alienação e todos os assuntos referentes aos equipamentos.

Em síntese, pode-se dizer que o engenheiro clínico é o responsável por GERENCIAR AS TECNOLOGIAS DE SAÚDE durante todo o seu CICLO DE VIDA. Ele deve colaborar com conhecimento técnico e informação para aumentar cada vez mais a intensidade de uso, prolongando ao máximo o tempo de vida útil do equipamento.

ÁREAS DE ATUAÇÃO DA ENGENHARIA CLÍNICA

Dentro do estabelecimento de saúde, observa-se um leque de ações e pessoas no relacionamento do engenheiro clínico. Essa rede de contatos exige que o engenheiro clínico possua outras habilidades, além do conhecimento técnico.

Dentre todas as características importantes no segmento de serviços, é necessário que o engenheiro clínico seja comunicativo, simpático, seguro e tenha capacidade de relacionar-se bem com as pessoas.

Para avaliar o espectro de trabalho associado a esta nova atividade, apresentamos a seguir algumas atuações do engenheiro clínico dentro da instituição de saúde:

  • Controlar o patrimônio dos equipamentos médico-hospitalares e seus componentes;
  • Auxiliar na aquisição e realizar a aceitação das novas tecnologias;
  • Treinar pessoal para manutenção (técnicos) e operação dos equipamentos (operadores);
  • Indicar, elaborar e controlar os contratos de manutenção preventiva/corretiva;
  • Executar a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos médico-hospitalares, no âmbito da instituição;
  • Controlar e acompanhar os serviços de manutenção executados por empresas externas;
  • Estabelecer medidas de controle e segurança do ambiente hospitalar, no que se refere aos equipamentos médico-hospitalares;
  • Elaborar projetos de novos equipamentos, ou modificar os existentes, de acordo com as normas vigentes (pesquisa);
  • Estabelecer rotinas para aumentar a vida útil dos equipamentos médico-hospitalares;
  • Auxiliar nos projetos de informatização, relacionados aos equipamentos médico-hospitalares;
  • Implantar e controlar a QUALIDADE dos equipamentos de medição, inspeção e ensaios, referente aos equipamentos médico-hospitalares;
  • Calibrar e ajustar os equipamentos médico-hospitalares, de acordo com padrões reconhecidos;
  • Efetuar a avaliação da obsolescência dos equipamentos médico-hospitalares, entre outros;
  • Apresentar relatórios de produtividade de todos os aspectos envolvidos com a gerência e com a manutenção dos equipamentos médico-hospitalares – conhecidos como indicadores de qualidade e/ou produção.

 

Fonte: Anvisa

 



Deixe um comentário