Tudo o que aconteceu no Curso Gerenciamento de Riscos e Implantação do Núcleo de Segurança do Paciente

O Curso Gerenciamento de Riscos e Implantação do Núcleo de Segurança terminou hoje em São Paulo. Durante os dias 3 e 4 de setembro, os participantes desfrutaram de 7 palestras que englobaram os seguintes assuntos:

  • Premissas da Segurança do Paciente;
  • Formas de garantir a Segurança do Paciente;
  • Classificação de riscos/danos/eventos adversos;
  • Formas de gerenciar riscos;
  • Etapas de execução destas metodologias.

 

A Diretora de Planejamento e Controle do IBES, iniciou a aula esclarecendo: “Gerenciar riscos não é apenas levantar informações, mas trazer soluções para reduzir ou extinguir os riscos identificados”. Segundo a diretora, dessa forma, é possível prezar pela segurança do paciente.

Laura Mezari, enfermeira do Hospital de Cuiabá veio para São Paulo em busca de enriquecimento profissional e disse que suas expectativas foram superadas: “Aqui nós falamos a mesma língua, eu entendo todo o conteúdo e já consigo fazer anotações para melhorias dentro da minha instituição”.

Segundo a nutricionista e palestrante, Luciene Assaf, esse é o intuito do encontro, sugerir ideias e fomentar insights: “Nós criamos os indicadores de acordo com os achados durante o monitoramento. Não é algo fixo” e esse compartilhamento colabora para o processo. Para ela a prevenção é complicada no contexto de saúde do nosso país e exige cuidado redobrado.

Realidade que a médica e presidente da Fundação para Segurança do Paciente, doutora Aline Chibana, comentou ter sentido na prática: “Os erros acontecem por falha de processo e não porque o profissional da ponta é mais ou menos capacitado” e complementa “Não são apenas os pacientes, os profissionais também são vítimas desse sistema”.

 

Confira também: O caso do Dr. Bumbum e a necessidade de se gerenciar o risco cirúrgico

 

Por essa razão, durante todas as palestras foi reforçada a necessidade do trabalho em equipe. Visão a qual a enfermeira da UTI do Hospital São Luís, Michele Flores, concorda “Embora eu não seja do setor de qualidade, eu sou um membro do processo, portanto preciso entender como funciona todo serviço de segurança para fazer a minha parte”.

Michele atua em uma instituição já Acreditada em nível 3 e viu no curso uma oportunidade em aprender novos conceitos e propagar a melhoria contínua. Pâmela Santos, enfermeira de gerenciamento de risco no Hospital AACD, destaca a importância em renovar o networking “A troca de experiências com outros profissionais e instituições permite fortalecer os pontos já existentes da instituição”.

O Administrador Fernando Rinaldo, palestrante do IBES, reitera essa questão: “Tudo aquilo o que a gente faz pode ser melhorado e quanto melhor o processo e produto que desenvolvermos, maior será a satisfação e segurança do paciente”.

Outro ponto muito elogiado durante as aulas foi o esclarecimento sobre uma abordagem não punitiva frente às notificações, mas que promova o ciclo de melhoria. O Dr. Alexandre Bonfim explica “Todo mundo erra, mas nós precisamos criar barreiras cada vez mais robustas para evitar que esses erros causem danos ao paciente”

Por meio de analogias, exemplificações e vídeos, Cláudio Oliveira, diretor técnico do Hospital público de Marajó, afirma que este objetivo foi atendido: “É um curso focado na prática com pessoas que vivem esse contexto. Isso é um diferencial”. O diretor já realizou outro curso da instituição e diz que essa abordagem é um diferencial: “O IBES foca no que nós precisamos”.

Andréia Kuss reforça essa impressão. A gestora da qualidade do CDI em Goiânia aponta: “O IBES investe muito em educação e essa é a única forma de melhorarmos, de fato, o cuidado”.

 

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