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Fonte: freepik

 

Ministério da Saúde aprova protocolo médico da CBF,  que prevê orientações para redução de riscos de transmissão de COVID-19. Recomendações devem ser alinhadas com as gestões locais

A retomada das atividades de futebol, esporte considerado paixão dos brasileiros, requer ações que limitem a transmissão da Covid-19. Etiqueta respiratória e higiene das mãos estão entre as medidas recomendadas pelo Ministério da Saúde para que competições e treinos ocorram de maneira segura. Seguindo essa preocupação, a pasta analisou o protocolo médico nacional elaborado pela Confederação Brasileira de Futebol e aprovou as sugestões protetivas que constam no documento.

De acordo com a avalição da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, o documento elaborado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pode servir de modelo para outras modalidades esportivas por ser pioneiro no Brasil como Plano de Retomada para área de esporte. Além disso, a pasta considera a atividade esportiva como um fator de entretenimento fundamental no contexto da saúde.

O Ministério da Saúde alerta que os planos de trabalho dos clubes devem levar em consideração todas as medidas apresentadas no guia médico da CBF. Isso vale para a definição das datas de jogos, testagem e outras medidas que garantam a segurança de toda equipe de trabalho envolvida na realização dos jogos. A pasta também orienta que as atividades devem ser pactuadas com o gestor de saúde de cada localidade, levando em consideração o cenário epidemiológico e as medidas já aplicadas nos estados e municípios.

ORIENTAÇÕES

Dentre as orientações para treinos e jogos, o Ministério da Saúde reforça que se deve evitar contatos físicos antes e durante a realização dos treinos e partidas, como apertos de mão, e não cuspir no chão em hipótese alguma.

Em relação à indicação de máscaras pelos membros do grupo de trabalho envolvido nos treinos e partidas, o Ministério da Saúde orienta a troca pelo período de 2 em 2 horas. Mas, no caso dos jogadores, o uso da máscara poderá ser dispensado. Técnicos, preparadores físicos, auxiliares técnicos, massagistas ou qualquer outro membro que estiver à beira do gramado devem utilizar máscaras.

O Guia da CBF, analisado pelo Ministério da Saúde, ressalta ainda a necessidade de realização das atividades em pequenos grupos, sendo esses grupos fixos caracterizando equipe mínima. Isso significa que não pode haver trocas de componentes, o que facilita o monitoramento de saúde dos participantes. No caso da indicação de algum deles apresentar sintomas da doença e/ou testar positivo para COVID-19, a realização de testes deverá ser feita em todos, o que inclui atletas, comissão técnica e outros que fizerem parte do grupo.

 

Fonte: Ministério da Saúde



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