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O que é Codesign na Saúde?

Para pacientes, significa que suas vozes são realmente ouvidas. O resultado é um cuidado mais humano.

Para criar sistemas que realmente atendam às necessidades daqueles a quem atendem, a área da saúde está cada vez mais adotando uma abordagem de design centrada no ser humano, chamada codesign. Essa abordagem colaborativa envolve ativamente pacientes, familiares, cuidadores, profissionais de saúde e outras partes interessadas no processo de moldagem e design de serviços, políticas ou ferramentas, garantindo que os resultados sejam práticos, inclusivos e genuinamente impactantes para aqueles que são os usuários finais.

 

O que é?

Em sua essência, o codesign — às vezes chamado de design participativo — reúne pessoas que vivenciam os sistemas de saúde com aqueles que os implementam para resolver problemas e desenvolver novas abordagens de forma colaborativa. Ele muda o modelo tradicional de design de saúde, em que especialistas ditam soluções, para um em que as soluções são construídas a partir do conhecimento compartilhado e das experiências vividas.

Essa abordagem não aborda apenas preocupações superficiais. Ela se aprofunda nas realidades da saúde, promovendo a compreensão e a empatia entre todos os participantes. Para pacientes e/ou consumidores, significa que suas vozes são realmente ouvidas. Para os provedores, garante que as soluções sejam significativas e viáveis. O resultado é um cuidado mais humano e sistemas que funcionam melhor para todos.

Leia também: Como implementar o Protocolo de Identificação Correta do paciente?

 

Por que o codesign é importante na saúde?

O valor do codesign reside em sua capacidade de preencher a lacuna entre quem presta e quem recebe cuidados de saúde. Ao centrar-se na experiência vivida, ele identifica e aborda desafios que os sistemas tradicionais podem ignorar. Por exemplo, um cuidador que apoia um ente querido com demência pode destacar barreiras no acesso a serviços de apoio que, de outra forma, passariam despercebidas. Quando esses insights orientam o desenvolvimento de serviços, eles se tornam mais acessíveis e eficazes.

 

 

Para criar sistemas que realmente atendam às necessidades daqueles a quem atendem, a área da saúde está cada vez mais adotando uma abordagem de design centrada no ser humano, chamada codesign. Essa abordagem colaborativa envolve ativamente pacientes, familiares, cuidadores, profissionais de saúde e outras partes interessadas no processo de moldagem e design de serviços, políticas ou ferramentas, garantindo que os resultados sejam práticos, inclusivos e genuinamente impactantes para aqueles que são os usuários finais.

 

O que é codesign?

Em sua essência, o codesign — às vezes chamado de design participativo — reúne pessoas que vivenciam os sistemas de saúde com aqueles que os implementam para resolver problemas e desenvolver novas abordagens de forma colaborativa. Ele muda o modelo tradicional de design de saúde, em que especialistas ditam soluções, para um em que as soluções são construídas a partir do conhecimento compartilhado e das experiências vividas.

Essa abordagem não aborda apenas preocupações superficiais. Ela se aprofunda nas realidades da saúde, promovendo a compreensão e a empatia entre todos os participantes. Para pacientes e/ou consumidores, significa que suas vozes são realmente ouvidas. Para os provedores, garante que as soluções sejam significativas e viáveis. O resultado é um cuidado mais humano e sistemas que funcionam melhor para todos.

 

Por que o codesign é importante na saúde?

O valor do codesign reside em sua capacidade de preencher a lacuna entre quem presta e quem recebe cuidados de saúde. Ao centrar-se na experiência vivida, ele identifica e aborda desafios que os sistemas tradicionais podem ignorar. Por exemplo, um cuidador que apoia um ente querido com demência pode destacar barreiras no acesso a serviços de apoio que, de outra forma, passariam despercebidas. Quando esses insights orientam o desenvolvimento de serviços, eles se tornam mais acessíveis e eficazes.

 

Fonte da imagem: Envato



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