[ivory-search id="27469" title="Default Search Form"]
[ivory-search id="27469" title="Default Search Form"]

Os 06 Benefícios do Codesign na saúde

Confira alguns dos principais benefícios do uso do codesign na área da saúde!

O codesign é mais do que um método — é uma mentalidade que prioriza a colaboração e o entendimento compartilhado. É mais bem utilizado na área da saúde para abordar desafios complexos, criar serviços centrados no paciente, desenvolver tecnologias em saúde, aprimorar transições de cuidado, aprimorar as experiências do paciente ou combater desigualdades.

É especialmente eficaz em situações em que perspectivas e experiências vividas diversas são essenciais para revelar barreiras ocultas e elaborar soluções práticas e significativas que funcionem para todos os envolvidos. Quando implementado de forma eficaz, ele oferece inúmeros benefícios que aprimoram a qualidade e o impacto dos serviços de saúde para pacientes, cuidadores e provedores. Alguns dos principais benefícios do uso do codesign na área da saúde incluem:

 

  • 1. A experiência vivida é priorizada: o codesign garante que as soluções de saúde sejam baseadas nas experiências reais daqueles que usam e prestam os serviços. Pacientes e cuidadores trazem insights inestimáveis ​​sobre os desafios que enfrentam, enquanto os profissionais de saúde contribuem com sua expertise técnica. Essa fusão resulta em soluções que não são apenas inovadoras, mas também práticas e relevantes. Por exemplo, um cuidador pode destacar o estresse avassalador de navegar por sistemas de saúde complexos, levando à criação de processos simplificados ou serviços de suporte personalizados.

 

  • 2. Melhoria nos resultados de saúde: Quando os serviços se alinham estreitamente com as necessidades dos pacientes e suas famílias, é mais provável que sejam utilizados de forma eficaz. Intervenções co-projetadas frequentemente levam a maior satisfação, melhor adesão aos planos de tratamento e, em última análise, melhores resultados de saúde. Por exemplo, um aplicativo de gerenciamento de diabetes co-projetado com pacientes pode incluir recursos como planos de refeições culturalmente apropriados ou lembretes que ressoem com as rotinas diárias dos usuários, tornando-o mais impactante.

Leia também: Como implementar o Protocolo de Identificação Correta do paciente?

  • 3. Maior confiança e engajamento: Envolver as partes interessadas no processo de design promove um senso de propriedade e respeito mútuo. Pacientes e cuidadores se sentem valorizados quando suas vozes são ouvidas, enquanto os profissionais de saúde passam a apreciar mais profundamente as perspectivas daqueles a quem atendem. Essa confiança fortalece o relacionamento entre pacientes e profissionais de saúde, tornando os indivíduos mais propensos a buscar atendimento quando necessário e a aderir aos tratamentos recomendados.

 

 

  • 4. Maior inovação: o codesign traz perspectivas diversas à mesa, estimulando a criatividade e revelando ideias que transformam Abordagens adicionais podem falhar. O processo colaborativo frequentemente leva a novas soluções adaptadas a problemas complexos ou pouco explorados. Por exemplo, o codesign no tratamento da demência resultou em tecnologias inovadoras, como aplicativos de suporte à memória ou ferramentas de terapia sensorial, que melhoram a qualidade de vida de pacientes e cuidadores.

 

  • 5. Acessibilidade e inclusão aprimoradas: Os sistemas de saúde frequentemente excluem inadvertidamente populações marginalizadas ou carentes. O codesign envolve ativamente diversas vozes, garantindo que as soluções sejam inclusivas e acessíveis a todos. Seja desenvolvendo serviços para pessoas com deficiência ou criando educação em saúde culturalmente apropriada para comunidades indígenas, o codesign ajuda a quebrar barreiras e promove a equidade.

 

  • 6. Custos reduzidos a longo prazo: Ao abordar as causas-raiz dos problemas e criar soluções que funcionam bem desde o início, o codesign pode reduzir ineficiências e reformulações dispendiosas posteriormente. Quando os pacientes são envolvidos no desenvolvimento de caminhos, menos recursos são desperdiçados em serviços que não atendem às suas necessidades.

 

Por exemplo, um hospital que co-desenha os processos de alta com os pacientes pode reduzir as taxas de readmissão, garantindo que os indivíduos tenham as ferramentas e o conhecimento necessários para gerenciar sua recuperação em casa.

 

Fonte da imagem: Envato



Deixe um comentário