Quais são as principais práticas do modelo ACSA?

Agora que você já conhece a ACSA é importante falar das práticas do modelo que agregam valor a sua instituição. Enumeramos 17 delas para que você pode entender como o processo será importante, principalmente para implantar a cultura do cuidado centrado do paciente em sua organização. Confira!

1. Autoavaliação

Objetivo: Verificação contínua das oportunidades de melhoria da organização e pontos fortes que podem ser melhor explorados.

Melhoria: Fomenta o aprendizado e a gestão do conhecimento da organização.

2. Benchmarking estruturado

Objetivo: Comparação de resultados com outras organizações semelhantes e com as que se consideram as melhores do setor.

Melhoria: Incorporação de práticas “espelhadas” em tais organizações, quando pertinente

 

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3. Avaliação da satisfação / experiência do paciente

Objetivo: Conhecer a opinião do cliente sobre a atenção recebida, uso de questionário validado e coleta e tratamento das reclamações.

Melhoria: Implementar melhorias baseadas nos resultados.

4. Práticas para uso seguro dos medicamentos

Objetivo: Adotar práticas como reconciliação medicamentosa na admissão, transferências e alta do paciente, manejo da medicação de alto risco, critérios de segurança na prescrição, preparo e administração de medicamentos, práticas de segurança no manejo de bombas de infusão, programas de capacitação para uso de medicamentos para novos colaboradores, sistemática de segurança para medicamentos de nome ou aparência semelhantes e manejo de alertas sanitários / farmacovigilância.

Melhoria: Diminuição dos erros de medicação.

5. Aprimoramento da Gestão da Qualidade

Objetivo: Ciclos de melhoria contínua formais para problemas prioritários e gestão de risco estruturada.

Melhoria: Melhor evidência e acompanhamento das melhorias da organização.

 

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6. Controle da variabilidade da prática clínica

Objetivo: Identificação e melhoria das variabilidades com impacto negativo. Exemplo: diferentes tratamentos medicamentosos para uma mesma doença/situação clínica, prescrito por diferentes médicos.

Melhorias: Protocolos implantados e controlados e resultados assistenciais previsíveis.

7. Formação de Times de Melhoria

Objetivo: Estrutura formal composta por Times que trabalham temas prioritários de melhoria na organização.

Melhorias: Melhorias impulsionadas numa velocidade maior e controle dos projetos de melhoria.

8. Divulgação dos Direitos e Deveres e Informações importantes ao Paciente

Objetivo: Adaptada às características da população atendida, informação entregue de forma sistemática para fluxos assistenciais prioritários e envolvimento ativo do paciente na decisão sobre o seu tratamento.

Melhorias: Maior envolvimento do paciente e familiares e maior envolvimento dos profissionais e médicos.

 

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9. Segurança nas medidas de restrição / contenção mecânica do paciente

Objetivo: Identificação das situações de risco (auto e heteroagressão, agitação, etc) e aplicação das medidas de maneira protocolar.

Melhoria: Melhoria da experiência do paciente e familiares nestas situações e diminuição de incidentes relacionados.

10. Plano assistencial (terapêutico) do paciente

Objetivo: Identificação das necessidades de saúde dos pacientes, de forma individualizada, definição das medidas terapêuticas, medicamentos, acompanhamentos, suportes e cuidados necessários para atender à essas necessidades.

Melhoria: Aumento da satisfação / melhoria da experiência de pacientes e familiares, melhor comunicação entre os profissionais e médicos e previsibilidade da alta e melhoria no gerenciamento de leitos.

11. Sistemáticas de comunicação estruturadas

Objetivo: Com profissionais e serviços externos, para continuidade da assistência e registros em prontuário: controle da qualidade.

Melhoria: Diminuição de incidentes relacionados à comunicação (maior causa de eventos adversos no mundo).

 

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12. Gestão por processos (fluxos) assistenciais

Objetivo: Conjunto de intervenções ordenadas ao longo do tempo, com responsabilidades definidas, recursos necessários identificados e critérios de qualidade determinados, processo assistencial não é entendido como um SETOR, mas sim um fluxo de assistência ao paciente e gerenciamento de protocolos.

Melhoria: Diminuição da variabilidade clínica, aumento da segurança e satisfação e melhoria no gerenciamento de leitos.

13. Desenvolvimento profissional

Objetivo: Avaliação das competências e planos de desenvolvimento alinhados à estratégia da organização e estímulo à Pesquisa.

Melhoria: Profissionais capacitados para aquilo que é a real necessidade da organização.

14. Abordagem de cuidado para pacientes frágeis e vulneráveis

Objetivo: Identificação e cuidado especial a pacientes pluripatológicos (muitas comorbidades), grandes dependentes, em cuidados paliativos, etc. Apoio e capacitação de cuidadores.

Melhorias: Gerenciamento de riscos e aumento da segurança do paciente, diminuição de incidentes relacionados ao cuidado prestado pelo cuidador e diminuição de reinternações.

 

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15. Gestão de resultados

Objetivo: Sistemática de acompanhamento dos indicadores de desempenho e painel de indicadores de qualidade e segurança.

Melhoria: Níveis mais altos de desempenho e melhoria contínua.

16. Práticas de Segurança do Paciente

Objetivo: Alinhadas às Metas Mundiais de Segurança do Paciente, da Organização Mundial de Saúde (identificação do paciente, comunicação, uso de medicamentos, etc.). Foco em processos de apoio: Laboratório, Banco de sangue, Diagnóstico por Imagem, Tecnologia da Informação, etc.

Melhoria: Diminuição de incidentes / eventos adversos

17. Planos de Emergência internos e externos

Objetivo: Plano de Autoproteção e Emergências interno (ex: incêndio, evacuação). Plano de Emergências frente às Catástrofes externas (ex: atendimento à múltiplas vítimas).

OBS: Os Planos devem ser adequados ao perfil de atendimento e complexidade da organização.
Melhoria: Aumento da segurança do paciente, dos colaboradores e da organização. Menos riscos de perda de patrimônio e jurídicos.

Se você se interessou e quer mais informações sobre a acreditação de Instituições de saúde ou Unidades de Gestão Clínica, entre em contato pelo telefone (11) 3675-5180 ou pelo e-mail [email protected]

 

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