Confira as recomendações do Ministério da Saúde para a campanha contra a gripe

O Ministério da Saúde divulgou o primeiro balanço sobre a campanha de vacinação contra a gripe. Até o dia 27 de abril, cerca de 4,7 milhões de pessoas foram vacinadas.

É importante que o profissional de saúde saiba alguns pontos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, por exemplo, o público alvo da campanha.

 

QUERO ME INSCREVER NO II FÓRUM DE PRÁTICAS DE EXCELÊNCIA EM SEGURANÇA DO PACIENTE E II ENCONTRO DA GERAÇÃO DE EXCELÊNCIA

 

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Devem ser vacinadas pessoas a partir de 60 anos, crianças a partir de seis meses e menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas – e os funcionários do sistema prisional.

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Este público deve apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

A vacina protege contra os três subtipos do vírus da gripe – A/H1N1; A/H3N2 e influenza B – que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS.

Leia também: ‘Vírus H2N3’ não circula em nenhum lugar do mundo, esclarece OPAS/OMS

 

REAÇÃO ADVERSA

Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor, vermelhidão e endurecimento no local da injeção. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos costumam passar em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações.

MEDICAMENTO

O uso do antiviral fosfato de oseltamivir é indicado para os casos de síndrome respiratória aguda e casos de síndrome gripal com condições ou fatores de risco para complicações, de acordo com o Protocolo de Tratamento de Influenza 2017, do Ministério da Saúde. No caso de pacientes com síndrome gripal, sem condições ou fatores de risco para complicações, a prescrição do fosfato de oseltamivir deve ser considerada por avaliação clínica. O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 48h após o início dos sintomas.
Todos os Estados estão abastecidos com o medicamento e devem disponibilizá-lo de forma estratégica em suas unidades de saúde. Desde o início deste ano, foram enviados 7,3 milhões de unidades do medicamento oseltamivir aos Estados, que estão devidamente abastecidos.

 

Leia também: Ministério da Saúde esclarece que a notícia sobre vírus H2N3 no Brasil é falsa

 

 

Já estão abertas as inscrições para o 2º Fórum Práticas de Excelência do IBES e 2º Encontro da Geração de Excelência.

 

 

Confira o Canal de Excelência em Saúde!

Neste episódio Aléxia Costa comenta um estudo sobre as causas dos erros de medicação

 

Participe do próximo Gerenciamento de Indicadores para a Excelência de Desempenho
Inscreva-se já!

 

Fonte: Ministério da Saúde