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resistenciaantibioticosOntem (19/09) a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um novo relatório intitulado  Antibacterial agents in clinical development – an analysis of the antibacterial clinical development pipeline, including Mycobacterium tuberculosis que aborda a ameça da resistência antimicrobiana.

O relatório ressalta a importância da pesquisa e fabricação de novos medicamentos, visto que as bactérias estão cada vez mais resistentes e as drogas atualmente em etapa de desenvolvimento são modificações dos antibióticos existentes no mercado o que fornece uma solução a curto prazo. Poucas opções de tratamentos para infecções resistentes a antibióticos foram identificadas no relatório, um exemplo de infecções resistentes tida como prioritária pelo OMS é a tuberculose multidroga resistente (TB-MDR), que mata cerca de 250 mil pessoas a cada ano.

“A resistência antimicrobiana é uma emergência mundial de saúde que compromete seriamente o progresso na medicina moderna”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. “Existe uma necessidade urgente de mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento para infecções resistentes a antibióticos, incluindo tuberculose. Caso contrário, seremos forçados a voltar a uma época em que as pessoas temiam infecções comuns e arriscavam suas vidas em uma pequena cirurgia”.

Além da tuberculose multidroga resistente, outras 12 infecções resistentes foram elencadas como prioritárias ao desenvolvimento de novas drogas, como pneumonia ou as do trato urinário – que são cada vez mais resistentes aos antibióticos existentes e precisam urgentemente de novos tratamentos.

Foram identificados pelo relatório 51 novos antibióticos em desenvolvimento clínico, entretanto apenas 8 são classificados como inovadores, que agregam valor ao atual arsenal de antibióticos.

Existem também poucos antibióticos orais em etapa de desenvolvimento para uso clínico, mas essas são formulações essenciais para o tratamento de infecções fora dos hospitais ou em serviços com recursos limitados.

Contudo, novos tratamentos não serão suficientes para combater a ameaça da resistência antimicrobiana. É preciso trabalhar com países e parceiros para melhorar a prevenção e o controle de infecções e para promover o uso adequado de antibióticos.

 

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